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19/02/2018

Boas práticas no campo

O descarte inadequado de peças do maquinário agrícola pode trazer prejuízos para o plantio

Com o pico da colheita de soja se aproximando, o aumento do número de máquinas no campo é certo, com isso há um aumento de pequenos reparos corriqueiros, como por exemplo a troca de facas de corte que quebram, uma emenda de barra que se parte, um parafuso que se solta e correias que se rompem. Com a urgência de realizar tais reparos e continuar a colheita a fim de não atrasar a programação, muitos operadores acabam descartando esses restos de peças na própria lavoura, sem pensar nas consequências que esse ato pode ocasionar futuramente. A vida no campo é muito corrida e intensa, mal acaba uma operação e já se inicia outra, sai colheita entra plantio, acaba plantio vem a pulverização e assim por diante. Se cada peça que tiver que ser substituída for descartada no campo o risco de problemas futuros é triplicado. Além dos problemas ambientais, esses restos de metais, plásticos e borrachas deixados para trás, trazem gastos extras para os prestadores de serviços, principalmente para os de colheita, pois com o solo coberto pela cultura os operadores não enxergam os detritos e acabam puxando tudo para dentro do rotor da máquina, sendo que esses pedaços de aço e ferro podem danificar a parte interna do equipamento, fazendo com que haja uma longa paralisação da colheita para manutenção e, consequentemente, grandes prejuízos. As boas práticas no campo contribuem não apenas para a preservação ambiental e bem-estar do entorno da plantação, mas também para a economia e agilidade de quem a pratica. Sendo assim, é de extrema importância a conscientização de todos aqueles que participem de alguma etapa do processo de plantio. Por Leandro Alfonsi

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